domingo, 17 de junho de 2012

Onicocriptose com granuloma e sem granuloma


Onicocriptose: Nome ciêntifico da unha encravada;
Granuloma Piogênico: Proriferação de vasos superficiais da derme associada a uma infecção bacteriana piogênica, devido à introdução de um corpo estranho de qualquer natureza numa região da pele. Pode ocorrer em qualquer área, mas é muito frequente como complicação de um quadro de onicocriptose. Carne esponjosa.

A onicocriptose está dividida em I, II, III e IV Grau.

I Grau: Só existe queixas subjetivas de dor, que aparece no exame físico;
II Grau: Presença de inflamação, dor e secreção sanguinea ou seropurulenta;
III Grau: Presença de granuloma, dor, secreção e hipertrofia da prega lateral acometida;
IV Grau: Presença de granuloma piogênico (gera pús - infecção bacteriana), dor e secreção.

Pode ser unilateral (só um canto da unha) ou bilateral (ambos os lados).

Onicocriptose é adquirida por diversas causas a saber:
* Onicomicoses (podem deformar e espesar as unhas);
* Corte inadequados (incorretos);
* Calçados apertados (bico fino e saltos altos);
* Acidentes (traumatismo, choque, batidas);


A onicocriptose aparece com grande frequência no 1° dedo (hálux), mas também pode apresentar nos demais.

O tratamento consiste em identificar a causa, através de técnicas que remove a espícula (pedaço de unha), usando instrumentos adequados, rigorosamente afiados, esterilizados e descartáveis. A intervenção é feita sem anestésico, porém com técnicas que amenizam à dor durante o procedimento. O profissional experiente possui técnicas de aperfeiçoamento no manejo dos instrumentais, proporcionando menos riscos de dor e ferimentos.
A onicocriptose quando tratada a tempo e sob orientação de um podólogo especializado, é facilmente reprimida. E procedendo desta maneira evitam- se riscos, incomodos, faltas ao trabalho, angustia e dor.
O podologo é um profissional que tem como principais funções a prevenção e o tratamento das patologias superficiais dos pés, além de auxiliar profissionais da área médica realizando procedimentos por eles recomendados.
Antes de se auto medicar é bom trocar informações com seu médico ou podólogo. Pois o profissional mais indicado para o tratamento desta podopatia (onicocriptose - unha encravada) é o podólogo que escolherá a melhor método.


Fontes: Internet e   Dicionário Ilustrado de Podologia
                             Prof° Podologista Orlando Madella Jr.

domingo, 10 de junho de 2012

Eletroterapia na Podologia



É o uso da eletriciadade para fins terapeutico.

A alta frequencia é um aparelho que possui uma bobina de alta tensão conectada a um eletrodo de vidro que contém um gáz, produzindo um fluxo de luz fraca e faíscas, que ao encontrarem em contato com o ar, liberam átomos de oxigenio gerando ozônio (O3).
Com a aplicação do eletrodo, a circulação periférica é estimulada pela ação elétrica. Nesse momento são facilitadas as trocas de metabolismo, que são fenômenos físico-químicos que matém a vida do organismo, assimilando substâncias essenciais à vida.

As principais ações do ozônio são: 

* Bactericida (destroi algumas bactérias que dominam a pele);
*  Viruscida (cauteriza verrugas);
*  Fungicida (destroi certos fungos);
*  Hemostático (estanca pequenos ferimentos);
* Oxidante (age como renovador celular);
* Diatérmico (proporciona aquecimento do tecido);
* Desinfetante poderoso e eficaz. 

Na podologia aplicamos de maneira conciente e adequada, usufluimos de todos os seus benefícios na intenção de proporcionar ao cliente um tramento moderno e diferenciado.
Os efeitos são cumulativos, normalmente devem ser tomadas muitas doses para que sejam alcançados os resultados finais, embora os resultados iniciais possam ser vistos durante ou após as primeiras sessões.





domingo, 20 de maio de 2012

Artrite Gotosa - Gota


Gota é uma forma de artrite causada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações. Nas articulações, os cristais de ácido úrico causam artrite inflamatória, a qual ocasiona inchaço intermitente, vermelhidão, calor, dor e rigidez. Essa enfermidade provoca dor intensa e na maioria dos casos afeta apenas uma articulação, geralmente no dedão do pé. Mas outras articulações podem ser atingidas como tornozelos, pulsos, dedos, cotovelo e joelho.


Ácido úrico é uma substância que resulta da quebra das purinas. Normalmente o ácido úrico é dissolvido no sangue e passa através dos rins para a urina, onde é eliminado. Se houver elevação na produção de ácido úrico, ou se os rins não o eliminarem suficientemente, seus níveis subirão no sangue em uma condição chamada hiperuricemia. A hiperuricemia também pode acontecer quando a pessoa come muitos alimentos ricos em purinas, como fígado e anchova. Hiperuricemia em si não é uma doença, porém se cristais ácido úrico de formarem em excesso, a gota pode se desenvolver.


Estágios da Gota


1. Hiperuricemia Assintomática: Nesse estágio a pessoa tem níveis elevados de ácido úrico no sangue, mas nenhum outro sintoma. Geralmente não é preciso tratamento.


2. Gota aguda: Nesse estágio a hiperuricemia causou o depósito de cristais de ácido úrico nos espaços das articulações. Isso ocasiona súbito ataque de dor intensa e inchaço nas articulações, as quais podem ficar quentes e bem sensíveis. Um ataque agudo geralmente ocorre de noite e pode ser engatilhado por eventos estressantes, álcool, drogas ou presença de outra doença. Os ataques de gota aguda geralmente somem depois de 3 a 10 dias, mesmo sem tratamento, e o próximo ataque pode não acontecer por meses ou até anos. Entretanto, como o tempo, os ataques de gota aguda podem durar mais e ocorrer mais freqüentemente.


3. Gota intercrítica: Esse é o período entre os ataques agudos. Nesse estágio a pessoa não apresenta sintomas.
4. Gota tofácea crônica: Esse é o estágio mais incapacitante da gota. Ele geralmente se desenvolve durante um longo período de tempo. Nesse estágio, a doença pode causar dano permanente às articulações afetadas e algumas vezes aos rins. Com tratamento eficiente, a maioria das pessoas com gota não progride até esse estágio.




Causas da gota


Existem vários fatores de riscos associados às causas de elevação do ácido úrico e gota. Esses fatores incluem:


* Genética. Em torno de 20% das pessoas com gota tem histórico familiar da doença
* Sexo e idade. A gota é mais comum em homens e adultos
* Peso. Estar acima do peso eleva o risco de desenvolver hiperuricemia e gota porque há mais tecido disponível para renovar e quebrar, o que pode ocasionar produção excessiva de ácido úrico
* Consumo de álcool. Beber muito álcool pode ocasionar elevação do ácido úrico porque ele interfere com a sua remoção do corpo
* Dieta. Comer muitos alimentos ricos em purinas pode causar ou agravar a gota em algumas pessoas
* Exposição ao chumbo. Em alguns casos, exposição ao chumbo no ambiente pode causar gota


Insuficiência renal é uma causa comum de gota em idosos. Outros problemas de saúde que contribuem para elevação de ácido úrico no sangue incluem:


* Pressão alta
* Hipotiroidismo
* Psoríase
* Anemia hemolítica
* Alguns tipos de câncer
* Síndromes de Kelley-Seegmiller e de Lesch-Nyhan, duas condições raras na quais a enzima que ajuda a controlar os níveis de ácido úrico está ausente ou em quantidade insuficiente


Medicamentos que podem contribuir para o risco de elevação dos níveis de ácido úrico e gota, como:


* Diuréticos, como furosemida (Lasix ®)
* Remédios contendo salicilato, como aspirina
* Niacina, uma vitamina também conhecida como vitamina B3 ou ácido nicotínico
* Ciclosperina
* Levodopa


Diagnóstico da gota


O diagnóstico da gota pode ser difícil, uma vez que os sintomas podem ser vagos e ela muitas vezes se assemelha a outras condições. Embora a maioria das pessoas com gota tenha hiperuricemia em algum tempo durante o curso da doença, ela pode não estar presente durante um ataque agudo. Adicionalmente, ter níveis elevados de ácido úrico não significa que a pessoa terá gota. Na realidade, a maioria das pessoas com níveis altos de ácido úrico não desenvolve gota.

Para confirmar o diagnóstico de gota o médico pode inserir uma agulha na articulação inflamada e pegar uma amostra do fluido sinovial, a substância que lubrifica as articulações. Esse fluido é examinado no microscópio para procurar por cristais de ácido úrico. Porém, a ausência desses cristais de ácido úrico não elimina completamente a possibilidade de gota.


O médico também pode procurar por cristais de ácido úrico ao redor das articulações para diagnosticar a gota. Os ataques de gota assemelham-se a infecções na articulação. Desta forma, se o médico suspeitar de infecção na articulação ao invés de gota, ele pode fazer cultura do fluido sinovial para verificar se bactérias estão presentes.
 
Sintomas e sinais de gota


Os principais sinais e sintomas da gota são:


* Altos níveis de ácido úrico no sangue
* Presença de cristais de ácido úrico no fluido sinovial
* Mais de um ataque agudo de artrite
* Artrite produzindo articulação inchada, vermelha e quente
* Ataque de artrite em somente uma articulação, geralmente no dedão do pé, tornozelo ou joelho


Tratamento para gota


Os tratamentos mais comuns para ataques agudos de gota são antiinflamatórios não-esteróides tomados oralmente, ou corticosteróides orais ou injetados na articulação afetada. Quando antiinflamatórios não-esteróides e corticosteróides não controlam os sintomas, o médico pode considerar o uso de colchicina. Para alguns pacientes, o médico pode receitar antiinflamatórios não-esteróides ou colchicina em pequenas doses diárias para prevenir ataques futuros. O médico também pode considerar a prescrição de remédios para tratar os níveis elevados de ácido úrico.
A gota pode ser tratada com uma terapia ou com combinação de terapias. O objetivo do tratamento é aliviar a dor associada a ataques agudos, prevenir futuros ataques, e prevenir a formação de gota tofácea e de pedras nos rins. O tratamento bem sucedido pode reduzir o desconforto causado pelos sintomas da gota, assim como diminuir os danos a longo prazo das articulações afetadas.


Pode ser recomendo ao paciente limitar o consumo de álcool (o álcool precipita o ácido úrico, facilitando a formação de cristais) e uma dieta que evite ou limite os alimentos com muitas purinas. Ao paciente que está acima do peso pode ser recomendado que ele emagreça com dieta e exercícios físicos.


Alimentos ricos em purinas


Pessoas com gota muitas vezes são recomendadas a eliminar o diminuir os alimentos com purina na sua dieta. Alguns alimentos ricos em purinas são:


* Anchova
* Aspargo
* Bife de rins
* Feijões e ervilhas secas
* Carne de caça
* Fígado
* Arenque
* Cavalinha
* Cogumelos
* Sardinha


É possível diminuir a severidade dos ataques e reduzir o risco de ataques futuros tomando as medicações como o médico prescreveu. Beber bastante fluidos não-alcoólicos, especialmente água, pois isso ajuda a eliminar o ácido úrico. Praticar exercícios físicos regularmente e manter um peso saudável. Seguir uma dieta que evite alimentos ricos em purinas.
Fonte: Internet

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Vários tipos de Hepatites

Hepatite A
O vírus da hepatite A (VHA) causa uma infecção aguda que se cura espontaneamente com o passar do tempo. Geralmente é de evolução benigna e por isso dificilmente leva o indivíduo a estados graves, já que a doença não cronifica.
A transmissão do vírus ocorre principalmente por via fecal-oral (ingestão de alimentos e água contaminados por fezes infectadas com o vírus.

Hepatite B
A infecção causada pelo vírus da hepatite B (VHB) pode estar associada com a doença aguda clássica, onde o indivíduo apresenta sintomas característicos da hepatite (síndrome gripal, fadiga, dores de cabeça, náuseas e icterícia).
A gravidade da doença é variável. Alguns pacientes desenvolvem doença crônica que, se não for tratada, após alguns anos pode levar à cirrose e ao câncer de fígado.
A transmissão do vírus da hepatite B (VHB) ocorre principalmente através do contato com sangue contaminado (por meio de seringas, transfusões ou ferimentos), do contato sexual (através das secreções contaminadas) e pela transmissão vertical (de mãe para filho durante a gestação ou parto).
O VHB pode ser encontrado no sangue, na saliva, no sêmen, na secreção vaginal, no fluxo menstrual e no leite materno. Todas estas secreções podem eventualmente transmitir o vírus, que é bastante resistente ao meio ambiente.
A hepatite B pode ser diagnosticada e monitorada através de exames laboratoriais específicos, que funcionam como indicadores da presença e do estágio da infecção, e da biópsia do fígado.

Biópsia: a biópsia é a retirada de um fragmento do tecido, nesse caso, o fígado, para examinar o tipo de alterações existentes, auxiliando na elucidação da causa e também do grau de dano hepático.


A vacinação é uma maneira muito simples de se proteger do vírus da hepatite B.
 
Hepatite C
A hepatite C é causada por um vírus denominado VHC (vírus da hepatite C). A principal via de transmissão do VHC é o contato de sangue e das secreções contaminados pelo vírus com o sangue de um indivíduo sadio (via parenteral).
A descoberta do vírus C em 1989 permitiu o desenvolvimento de testes para identificar anticorpos específicos. Assim, em 1992, um teste para identificação do anticorpo do VHC foi disponibilizado, fato que aumentou a segurança para os receptores de sangue, uma vez que todas as bolsas de sangue passaram a ser testadas.

 A hepatite C é um problema significativo de saúde pública por causa do grande número de casos que evoluem para a forma crônica da doença. Os sintomas são geralmente leves ou ausentes, o que dificulta e atrasa o diagnóstico da doença. Cerca de 80% dos casos de hepatite C cronificam, podendo levar os pacientes a desenvolver cirrose e câncer hepático.
Os genótipos, que são os subtipos do vírus, são considerados fatores importantes na resposta ao tratamento e podem ser classificados em: 1a, 1b, 2a, 2b, 3, 4, 5a, 6a. Alguns genótipos têm distribuição em todo o mundo (1a, 1b, 2a, 2b), enquanto outros são somente encontrados em regiões específicas (5a e 6a). No Brasil, encontramos os genótipos 1a, 1b, 2a, 2b e 3, com predominância do genótipo 1 sobre os genótipos não-1 (60% e 40% respectivamente). O genótipo 1 tende a responder de maneira mais difícil ao tratamento que os demais (genótipos não-1).


Não existe vacina para hepatite C.

 
Hepatite D
A infecção causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B.
Em pacientes cronicamente infectados pelo vírus da hepatite B, a infecção concomitante com o VHD acelera a progressão da doença crônica.
A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.

Hepatite E
É causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões.
A hepatite E não se torna crônica. Porém, mulheres grávidas que foram infectadas pelo vírus da hepatite E podem apresentar formas mais graves da doença.
Felizmente, hábitos de higiene adequados e um melhor controle da qualidade da água utilizada pelas pessoas podem evitar o contato com esse vírus.

Hepatite F
Relatos recentes demonstram que não se confirmou a identificação do vírus da hepatite F (VHF), portanto este tipo de hepatite pode ser desconsiderado.

Hepatite G
O vírus da hepatite G (VHG), também conhecido como GBV-C é transmitido através do sangue, sendo comum entre usuários de drogas endovenosas e receptores de transfusões.
O vírus G também pode ser transmitido durante a gravidez e por via sexual. É frequentemente encontrado em co-infecção com outros vírus, como o da hepatite C (VHC), da hepatite B (VHB) e da Aids (HIV).

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Sesamoidite



A sesamoidite é a inflamação dos sesamoides, esta lesão ocorre com frequência nos corredores, devido ao elevado nível de repetição da fase do impulso, um pronador que cause demasiada rotação interna pode irritar esses ossos e podem também fraturar. Ortótoses (palmilhas), podem ajudar.

A maioria de ossos do corpo humano estão ligados através de articulações. Mas existem alguns que não estão  ligados a nenhum outro osso. Em vez disso, estão conectados apenas aos tendões ou encaixados no músculo. Estes são os sesamoides.Os dois sesamoides muito pequenos (do tamanho de um grão de milho) encontram-se no lado de baixo do ante pé perto do dedo grande. Os Sesamoides  agem como roldanas. Fornecem uma superfície plana, para  que os tendões deslizem, aumentando assim a capacidade dos tendões para transmitir forças do músculo. Os sesamoides no ante pé também ajudam a suportar o peso e a elevar os ossos do dedo grande do pé. tal como outros ossos, os sesamoides podem partir (fraturar). Além disso, os tendões que rodeiam os sesamoides podem tornar-se irritados ou inflamados.  chamando-se a esta situação sesamoidite, que é uma forma de tendinite. É comum entre dançarinos de ballet, corredores e jogadores de basebol.
Sintomas
  • A dor é localiza-se sob o dedo grande do pé na polpa do pé. Pode aumentar gradualmente; caso exista uma fratura, a dor será imediata.
  • Poderá ser visível um inchaço e apresentar cor vermelha.
  • Você poderá ter  dificuldade e dor ao dobrar e em endireitar o dedo grande do pé.
Tratamento
    • Parar a atividade que causa a dor.
    • Tomar analgésico ou anti-inflamatório, para aliviar a dor.
    • Descanso e gelo. Não aplique o gelo diretamente à pele, envolva o gelo numa toalha.
    • Utilize sapatos de sola macia com pouca altura de salto.
    • Procure uma almofada metatársica para amortecer a zona inflamada.
    • Retorne à atividade gradualmente, e continue a utilizar uma almofada amortecedora  sob os sesamoides para suportá-los.
    • Evite as atividades que o forcem a colocar o seu peso sobre os ante pés .
    • Se os sintomas persistirem, poderá necessitar  uma faixa curta removível na fratura do pé por 4 a 6 semanas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Argila



A argila ou barro é um igrediente natural de grande valor, são rochas extraídas de profundidade do solo, ricas em diversos minerais chamados silicatos minimizados com predominância dos silicatos de alumínio hidratados. Entre os príncipais tipos de silicatos minimizados estão: Manganês, Potássio, Níquel, Titânio, Magnésio, Cobre, Zinco, Alumínio, Cálcio, Ferro Lítio, etc. Possui propriedades antiinflamatória, antisseptica, antireumatica, antimicrobiana, cicatrizante, emiliente, tonificante, refrescante, desintoxicante e de regeneração física, capaz de eliminar toxinas e impurezas favorecendo a renovação celular.

A argila foi usada como terapia desde os tempos de Homero (século IX a.C.) e de Hipócrates, o pai da Medicina (460-337 a.C.). Jesus também utilizou o barro para curar um cego de nascença (João 9.6). “Na Idade Contemporânea, destacou-se o Dr. Julius Stumpf, médico berlinense, que observou, num cadáver de uma mulher que havia sido enterrada há mais de três anos, que o corpo e as vestimentas estavam perfeitamente conservados. Comprovou-se, então, que a terra argilosa possuía elementos refratários às bactérias e à decomposição, e que poderia ser apropriada para o tratamento de feridas. Sua teoria foi comprovada em 1.886, quando alguns médicos tinham decidido amputar a perna de um paciente devido a uma gangrena causada por um grande abscesso. Como o paciente recusou-se a ter a perna amputada, os médicos decidiram aplicar, segundo as idéias do Dr. Stumpf, a argila diretamente sobre o abscesso. Em pouco tempo, o odor fétido desapareceu, e a perna se restabeleceu. Atualmente, está sendo usada em todo o mundo, principalmente na América Latina e Europa”. As plataformas de petróleo a usaram muito, no passado, para purificar a gasolina, devido à capacidade da argila de puxar as impurezas.
São muitos os casos de cura, inclusive de pessoas já desenganadas.

Saiba um pouco mais sobre a atuação dos oligoelementos 

- Silício (Si): tem papel fundamental na reconstituição dos tecidos cutâneos e na defesa do tecido conjuntivo. Tem ação hemostática, purificante, adstringente e remineralizante. Rehidrata a pele e reduz as inflamações. Também tem ação na elasticidade da pele, atuando na flacidez cutânea.
- Alumínio (Al): este elemento atua contra a falta de tonicidade, tem ação cicatrizante. O alumínio inibe o desenvolvimento do estafilococo áureo em cultura.
- Ferro (Fe): tem papel importante na respiração celular e na transferência de elétrons. Na pele, as carências de ferro manifestam-se por uma epiderme fina, seca e com falta de elasticidade.
- Manganês (Mn): tem ação específica na biossíntese do colágeno, tem ação anti-infecciosa, cicatrizante e anti-alérgica.
- Magnésio (Mg): tem poder de fixar os íons de potássio e do cálcio e a manutenção do gel celular, ou seja, a hidratação e a síntese das fibras do colágeno.
- Sódio e Potássio (Na e K): ajudam a manter a hidratação e o equilíbrio jônico das células cutâneas.

Argila amarela: rica em silício, alumínio e oligoelementos. Resulta em efeito tensor e ativador da circulação, produzido pelo ferro, além do seu maior teor de potássio. Contribui para o equilíbrio iônico e hidratante do gel celular.
Efeitos: desinfiltrante, adstringente e desintoxicante. 
  
Argila branca: rica em silício, alumínio e diversos oligoementos. Promove o aumento na oxigenação de áreas congestionadas, a uniformização pela esfoliação suave e regula a queratinização.
Efeito: revitalizador.

Argila cinza: rica em silício, alumínio e diversos oligoelementos.
Efeitos: antiinflamatório, cicatrizante.
  
Argila marrom: argila rara, com elevado teor de silício, alumínio, titânio e outros oligoelementos. Resultam em efeito ativador da circulação, além de contribuir com um efeito equilibrador e revitalizante celular.
Efeitos: desinfiltrante, adstringente, desintoxicante e tensor.

Argila preta: argila muito rara, com elevado teor de silício, alumínio, titânio e outros oligoelementos. Resultam em efeito ativador da circulação, além de contribuir com um efeito equilibrador e revitalizante celular.
Efeitos: antiinflamatório, cicatrizante, desintoxicante e tensor.

Argila verde: rica em silício e diversos oligoelementos. Desinfiltra o interstício celular. Esfoliante suave, promove a desintoxicação e regula a produção sebácea.
Efeitos:
desintoxicante e adstringente.

 Argila vermelha: rica em silício, ferro e oligoelementos. Regula a micro-circulação cutânea, sendo recomendada para peles sensíveis, com couperose e avermelhadas.
Efeitos: regulador e tensor.

 As argilas apresentam excelentes efeitos terapeuticos como:

* Ativação da corrente sanguinea favorecendo maior nutrição e oxigenação dos tecidos ativando o metabilismo celular e tissular.

* Efeito desintoxicante por promover eliminação de produtos tóxicos do organismo vivo uma vez que ao ser aplicada sobre o tecido cutâneo remove residuos fornecendo oligoelementos importantes para a pele.

* Ação Antistress por fornecer ao organismo silicio, zinco e outros oligoelementos antiradicais livres. O silicio é o terceiro elemento mais abundante do corpo humano depois do zinco e do ferro que apresentam excelente efeito antistress e favorece a síntese de colágeno. O zinco auxilia na defesa imunológica. Os oligoelementos ao cairem na corrente sanguinea após serem absorvidos pelos poros cutâneos são distribuidos aos diversos tecidos e orgãos suprindo-os nutricionalmente, favorecendo o metabolismo celular e tissular.

sábado, 10 de março de 2012

Óleo de Melaleuca (Tea Tree Oil)


O óleo de melaleuca (Tea Tree Oil) possui um aroma forte e um cheiro semelhante a noz-moscada.
As melaleucas são um grupo de plantas nativas da costa nordeste da Austrália.
Os usos, indicações, benefícios e propriedades do óleo essencial de tea tree são inumeros, sendo inclusive: anti-séptico,antifúngico, antibacteriano e antivirótico.
É conhecido por ajudar no tratamento de problemas respiratórios, incluindo dores de garganta, tosse, asma, bronquite, dentre outros. Também conhecido por ajudar a combater vários tipos de vírus, incluindo a varicela, gripe, sarampo, herpes e verrugas.
O óleo de melaleuca é utilizado para uma variedade de condições da pele, sendo que primeiramente, foi conhecido como a panacéia ideal para tratar problemas de pele pequenos e moderados. Atualmente, é fácil comprar a melaleuca comercialmente.
O óleo de melaleuca é indicada para o tratamentos de doenças de pele e  auxiliar à beleza da pele em geral. É usada para acne, pele oleosas, erupções cutâneas, bolhas, pé de atleta, micoses, queimaduras, cortes, ferimentos leves, infecções, eczema, caspa, sarna e piolhos. O óleo também possui forte ação antiinflamatória.
Usar um pouco de óleo de melaleuca diluido nos poros beneficiará condições de acne, da mesma forma, o vapor facial aplicado aos poros irá beneficiar condições onde há manchas causadas pela acne. As propriedades antibacterianas do óleo de melaleuca garantirão que a infecção não se espalhe. A melaleuca pode ser combinada com gel de babosa para tratar fungos.
Na cosmética, o óleo de melaleuca é encontrado em muitos produtos para pele e cabelo, o uso continuo de shampoo com óleo de melaleuca pode eliminar problemas como: coceiras, couro cabeludo oleoso, seco ou escamoso, além de ser eficiente para eleiminar piolhos. Na pele  ajuda a curar tecidos irritados e regenerar pele saudável, junto com óleo de coco, ajuda a acalmar as células da pele, melhorando as condições de queimaduras, aliviando bolhas e as descamações da pele.  Combinado com Lavanda proporcionam forte ação antibacteriana, na aromaterapia  alivia dores musculares, estresses e tensão.
Além dos beneficios citados é indicado para picadas de insetos, assaduras, queimaduras, cortes, dores, infecções vaginal, leveduras, aftas e vários problemas comuns. Não pode ser ingerido uso somente topico.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Unha Preta



Unha preta é causada por um bolha de sangue abaixo da unha. O acúmulo de sangue abaixo da unha a descolore e pode causar pressão e dor, porém, de modo geral, não dói. Na maioria dos casos a unha acaba caindo. A unha preta ocorre quando seu dedo se machuca por bater contra o tênis. Isso acontece geralmente com muito treinamento em ladeira ou competir demais ou se o tênis for muito pequeno para o pé. Geralmente, corredores que tem o segundo dedo maior que o dedão são mais suscetíveis a ter a segunda unha machucada. É preciso drenar o sangue para remover a pressão. Para isso, limpe a unha esfregando álcool. Então pegue um clipe de papel, ou outro objeto pontiagudo e estreito, aqueça-o no fogo a empurre-o na sua unha. Drene o sangue, aplique anti-séptico e cubra o buraco com bandagem adesiva. A melhor forma de prevenir as unhas pretas é usar tênis de corrida que se encaixem adequadamente ao seu pé. A parte onde ficam os dedos deve ser larga o suficiente e o comprimento do tênis deve ser suficiente para que seus dedos não batam contra ele. Deve-se ter um pouco mais de um centímetro de espaço entre o final de seu dedo mais longo (não necessariamente o dedão) e o seu tênis. Meias anti-bolhas podem ajudar a prevenir a fricção. Pode-se correr com isso? - Geralmente sim. Se o dedo latejar com dor, então é melhor tirar uns dois dias de descanso para sarar.

Fratura de Estresse



Este tipo de fratura é bastante comum em atletas, e ocorre quando o indivíduo submete seu osso normal à cargas anormais. O osso saudável sofre quando forças de tensão, compressão ou rotação são aplicadas constantemente sobre ele. Este quadro se inicia com pequenas fissuras nas regiões que estão sofrendo maiores tensões, que não chegam nem mesmo a ser visíveis ao Raio-X. Persistir com as atividades faz com que estas fissuras vão avançando até culminarem com a fratura de estresse. Essa lesão normalmente é descoberta antes da existência de uma fratura real, pois a dor da microfratura é um sinal importante a ser respeitado e faz com que a pessoa diminua sua carga de esforços. O planejamento adequado das atividades físicas, o uso do calçados adequados, órteses e palmilhas de silicone de absorção impacto trarão melhora do quadro e devem ser acompanhado pelo fisioterapeuta e educador físico.

Metatarsalgia



É a dor que ocorre na região anterior do pé, onde temos 5 "ossinhos" chamados metatarsos. O problema pode estar relacionado a ossos, articulações, músculos, ligamentos ou tendões desta região. As causas mais comuns da metatarsalgia são traumas nos pés, Salto Alto, doenças articulares, doença dos sesamóides e tumoração de partes moles. É necessário tratamento de acordo com a sua patologia de base. O uso de palmilhas de descompressão e elevação do botão metartasal apresentam ótimos resultados, quanto aos sapatos, é necessário a interrupção ou grande redução do uso de salto alto e priorizar solados que evitem demasiado movimento nos metatarsos.